Pois…
Passaram-se muitos anos, talvez não muitos, mas sim alguns, os suficientes para ela perceber que mesmo não estando a perde-lo é isso que sente, então como todas a histórias eu comecei a escrever a minha.Certo dia ali estava ela, muito stressada como sempre, a pôr a mesa junto de duas pessoas fantásticas, de repente ele do nada diz para ela: “ quando eu não cá estiver, veremos como isto vai ser!” ela sem perceber nada, e interpretando as coisas com outro sentido responde:”oh!” ele muito rapidamente lhe retribui dizendo: “ sim, sim!” ela muito certa (errada) do que dizia voltou a responder: “ até parece que falta pouco para partires! (morrer)” ele olha para a sua companheira a sua companheira para ele e entre olhares, ele diz: “ ela não sabia?” a sua companheira volta a olhar nos olhos dele e diz: “não!” a rapariga muito atrapalhada sem saber o que se passava, estava tão confusa, mas ao mesmo tempo a perceber o que ambos diziam um ao outro, já com vontade de chorar, vontade de fugir e correr daquele sitio onde permanecia, para um sitio onde tivesse só ela, a chuva, e o vento, onde o mundo fosse mais uma vez dela onde pudesse dizer que aquilo que estava a acontecer ali não era verdade, não era algo que estivesse para vir, passaram se dias e ela continua assim, perto dele mas tão longe (…)